GABRIELA DELCIN PIRES  |  Joinville, SC

NADA

Conceito Ela ia para um lugar profundo como o oceano e infinito como o universo, um lugar no espaço tempo que ficava entre seus sonhos e a realidade, ela chamava esse lugar de Nada, pois, nele nada existia além dela mesma. Em Nada ela ia Em Nada ela se conhecia Em Nada ela se descobria Em Nada ela se percebia E quanto mais em profundo em Nada ela mergulhava, mais ela percebia que Nada era seu próprio mundo, e o outro mundo era um reflexo do Nada que ela descobria. Quanto mais de Nada ela conhecia, mais do mundo ela entendia. ………... Mais informações: A estética da água refletida faz uma referência aos “portais”, as imagens representam ela entrando e saindo por esses portais. A sequência das fotos assim como as alterações de cores são uma representação de, mergulhar dentro do mundo interno e mundo externo, onde no final da série na imagem 10 mostra ela refletida, uma referência a quem ela é no mundo externo e quem ela é para si (mundo interno) como a mesma pessoa. Os reflexos vêm também na dualidade apresentada na obra de diversas formas, como na palavra “nada” como ausência e também pode ser interpretada como o ato de nadar. A foto número 9 trás a representação dela vivendo entre o mundo externo e interno, onde ela observa o lado externo, mas, permanece em si.