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Estefania Gavina - Prix Photo AF 2017

HISTÓRICO 2021

Tema: Reflexos

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Prix Photo

CONHEÇA OS GANHADORES DE 2021 — CONHEÇA OS GANHADORES DE 2021 —

José Roberto Bassul

Ilana Bar

Jota Barbosa

Luiz Baltar

Ana Maria Antonelli da Veiga

1° lugarJosé Roberto BassulO sol só vem depois1° lugarJosé Roberto BassulO sol só vem depois

O sol só vem depois” é o refrão de “A ordem natural das coisas”, música de Emicida. A canção aborda as dificuldades na vida de quem mora nas periferias e sai para trabalhar ainda de madrugada. E valoriza as singelas relações de afeto que a noite abriga. Expõe assim as injustiças do mundo sem se desfazer da poesia. Feitas (quase todas) durante a pandemia, as fotografias desta série também adotam um tom distópico. São imagens de elementos urbanos que evocam sonhos perdidos. Reflexos das circunstâncias em que, individual ou coletivamente, enfrentamos perdas, derrotas, frustrações, desencantos, medos. Foram utilizados recursos simples na própria câmera, como subexposição, desfoque ou aplicação de elementos físicos sobre a lente. Na edição, vinhetas e granulação foram acentuados e as tonalidades, divididas. Praças e parques abandonados, quadras de esporte sem uso, ruas vazias, moradas demolidas, caminhos escuros e incertos são permeados por certo lirismo, por réstias de luz. Como se as noites soubessem que o sol só vem depois...

2° lugarIlana BarMetamorfose2° lugarIlana BarMetamorfose

Metamorfose O ensaio relata minha própria experiência de corpo abrigando e nutrindo outra vida em formação. O corpo que eu pertenço e que nunca foi meu perante a sociedade; que julga, exige, assedia e força. Descubro nesse pertencer, a potencia do corpo, a força e poder de gestar, uma outra vida pulsa em meu ventre. Documento em imagens a transformação física e emocional dessa experiência e a solidão de mulher gravida, potencializada em meio a uma pandemia mundial, longe de abraços e toques.

Prêmio Júri popularJota BarbosaReflexos da águaPrêmio Júri popularJota BarbosaReflexos da água

Através deste projeto, quis retratar o cotidiano da cidade ribeirinha de Afuá, que fica na região Amazônica, no estado do Pará e a relação de seu povo com a água. A cidade é diferente de todas as outras do mundo. Aqui não tem carro nem moto, aliás é proibido por lei veículos motorizados em suas ruas. As ruas de Afuá, na verdade, sao pontes em madeira e algumas em concreto. Na cidade só é permitido andar a pé ou de bicicleta. A cidade é erguida sobre palafitas por que sofre constantes alagamentos. Durante o inverno amazônico, o nível da maré sobe bastante e alaga a cidade, mas o povo já está acostumado a conviver com as águas. Apesar das cenas impressionantes, a água produz reflexos, a população de Afuá aprendeu, desde criança, a conviver com as águas. O povo vive em harmonia com a natureza. Afuá vive um cotidiano interessante, pois apesar de a água inundar a cidade, não muda em nada a rotina da população que continua sua vida normalmente. As lojas continuam funcionando, as pessoas continuam andando pela cidade como se nada estivesse acontecendo. Esse são os reflexos da água na vida dos moradores, que passaram a não temê-la, mas sim aprenderam a conviver com ela. A água se reflete no cotidiano dos moradores, é ela quem dita as regras, principalmente na zona rural. Na cidade, ela alaga as casas, escolas, igrejas, mas aqui não é tragédia, é diversão. Enchente aqui é motivo de festa e não muda em nada a rotina da população. É estranho imaginar uma situação assim, mas é normal para quem vive em Afuá. Na zona urbana e na zona rural o povo aprendeu a conviver com a água, esses são os reflexos da água na cidade de Afuá.

Menção honrosa Luiz BaltarANOMIA / Urbs_opsisMenção honrosa Luiz BaltarANOMIA / Urbs_opsis

O crescimento das redes sociais e a busca pela popularidade entre pessoas que não se veem, amigos que não se conhecem, juntamente com o isolamento social, causado pelo pandemia do COVID 19, escancarou profundas feridas emocionais. O prazer virtual vem preenchendo uma lacuna da vida pessoal, mas causando um abismo nas relações familiares e interpessoais. O ambiente virtual é sua fuga, é seu mundo, é onde conseguem vivenciar suas emoções mais profundas. A série de fotografias “Popularmente desconhecido” propõe um olhar sobre as pessoas que buscam, através da arte do Cosplay, a transformação de suas realidades, o enfrentamento de seus medos, a fuga do julgamento, a quebra do preconceito e a busca por aceitação através da expressão de sua arte, na criação de persongens que misturam a ficção com a realidade. “Popularmente desconhecido” retrata, através do colorido de suas imagens, o escuro reflexo de uma sociedade que enfrenta o desafio em lidar com jovens transformados pelas tecnologias e impactados pela "norma" da extroversão, da beleza e da perfeição.

Menção honrosa Ana Maria Antonelli da VeigaPopularmente desconhecidoMenção honrosa Ana Maria Antonelli da VeigaPopularmente desconhecido

O crescimento das redes sociais e a busca pela popularidade entre pessoas que não se veem, amigos que não se conhecem, juntamente com o isolamento social, causado pelo pandemia do COVID 19, escancarou profundas feridas emocionais. O prazer virtual vem preenchendo uma lacuna da vida pessoal, mas causando um abismo nas relações familiares e interpessoais. O ambiente virtual é sua fuga, é seu mundo, é onde conseguem vivenciar suas emoções mais profundas. A série de fotografias “Popularmente desconhecido” propõe um olhar sobre as pessoas que buscam, através da arte do Cosplay, a transformação de suas realidades, o enfrentamento de seus medos, a fuga do julgamento, a quebra do preconceito e a busca por aceitação através da expressão de sua arte, na criação de persongens que misturam a ficção com a realidade. “Popularmente desconhecido” retrata, através do colorido de suas imagens, o escuro reflexo de uma sociedade que enfrenta o desafio em lidar com jovens transformados pelas tecnologias e impactados pela "norma" da extroversão, da beleza e da perfeição.

No Brasil, a Aliança Francesa está presente desde 1885 e é o único curso de ensino da língua francesa reconhecido pelo Ministério da Educação Nacional...
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